| Reino: | Animalia |
| Filo: | Chordata |
| Classe: | Aves |
| Ordem: | Gruiformes |
| Família: | Psophiidae |
| Bonaparte, 1831 | |
| Espécie: | P. dextralis |
Essa nova espécie era considerada uma das subespécies do jacamim-de-costas-verdes (Pshophia viridis) e era denominado Psophia viridis dextralis.
Seu nome científico significa: do (grego) psophos = ruído, qualquer som inarticulado, aquele que faz barulho forte; e do (latim) dextralis = do lado direito, à direita, destro, correto; referência feita à região onde a espécie foi coletada pela primeira vez. ⇒ Aquele que faz ruído forte na (margem) direita ou Psophia da (margem) direita. “Tauari, right bank of Rio Tapajós, Brazil” (Psophia).
O Psophia dextralis é uma ave endêmica do Brasil, com ocorrência ao sul do rio Amazonas, no interflúvio Tapajós-Tocantins. É uma espécie naturalmente rara que ocupa uma das áreas mais pressionadas na Amazônia. É uma ave sensível as alterações de seu habitat e também muito procurada por caçadores.
É uma ave de porte médio que mede entre 45 e 52 centímetros. Sua cabeça, pescoço, peito e ventre são pretos. O manto é de coloração escura, sendo que sua porção proximal e mediana são de coloração marrom muito escuro e a porção distal apresenta a tonalidade verde oliva. A iridescência roxo das asas
e do pescoço é bastante discreta ou ausente.
Espécie monotípica (não são reconhecidas subespécies).
(Clements checklist, 2014).
Tem uma dieta variada, incluindo frutas, artrópodes, pequenos vertebrados e carniça.
Encontrado em floresta densa de várzea, sempre longe de assentamentos humanos.
É uma ave endêmica do Brasil, com ocorrência ao sul do rio Amazonas, no interflúvio Tapajós-Tocantins.
Consulta bibliográfica sobre subespécies: